segunda-feira, outubro 12, 2009
Encontro com o escritor Geraldo Carneiro
Encontro com o escritor GERALDO CARNEIRO
na Biblioteca Popular Municipal Carlos Drummond de Andrade/Max Feffer
End: Rua Sá Ferreira, 80 – Copacabana – Tel: 2227-0783/2267-5561
Participou ativamente da geração de poetas da chamada “poesia marginal” (da qual sempre se considerou marginal), tendo estreado em livro quando ainda estudante de Letras na PUC-RJ, em 1974, ao lado dos poetas Cacaso, Francisco Alvim, João Carlos Pádua e Roberto Schwarz, pela coleção Frenesi, à qual o poeta deu nome, inspirado num filme de Hitchcock. Publicou posteriormente os livros Verão Vagabundo (80), Piquenique em Xanadu (1988, Prêmio Lei Sarney de Melhor Livro de Poesia do Ano, conferido por um júri presidido pelo crítico Antonio Candido de Mello e Souza), Pandemônio (93), Folias Metafísicas (95), Por Mares Nunca Dantes (2000), Lira dos Cinquent’anos (2002) e Balada do Impostor (2006).
Publicou os livros de prosa Vinicius de Moraes: a Fala da Paixão (Ed. Brasiliense, 1984) e Leblon: a Crônica dos Anos Loucos (RioArte-Relume-Dumará. 1966).
Traduziu sonetos de William Shakespeare, na coletânea Sonhos da Insônia (1977), publicada em parceria com Carlito Azevedo
É parceiro de Egberto Gismonti, Astor Piazzolla, Francis Hime, Wagner Tiso, John Neschling, Nando Carneiro e outros compositores, cujas músicas foram gravadas por diversos intérpretes, entre os quais, além dos acima mencionados, Ney Matogrosso, Lenine, Michel Legrand, Olívia Byington, Zé Renato, Olívia Hime, Cauby Peixoto, Fafá de Belém, Leila Pinheiro, Gal Costa, As Frenéticas, Jane Duboc e Zezé Motta
Para o teatro escreveu Lola Moreno, parceria com Bráulio Pedroso (encenada em 1979 e 1982), Folias do Coração e Apenas Bons Amigos, parceria com Miguel Falabella, ambas encenadas em 1983; Divina Increnca e A Bandeira dos Cinco Mil Réis, ambas encenadas em 1986; Manu Çaruê (ópera performática com música de Wagner Tiso, encenada em 1992), Iluminada, 1992.
Traduziu A Tempestade, de W. Shakespeare (encenada em 1982 e 1983 e publicada em 1991); adaptou Como Gostais, do mesmo autor (encenada em 1985 e publicada em 1986), além de Lúcia McCartney, de Rubem Fonseca 1987), Lulu, de Frank Wedekind (1989) e As 1001 Noites (1991). Do mesmo Shakespeare, traduziu ainda Antonio e Cleópatra (encenada em 2005) e Trabalhos de Amor Perdidos.
Como roteirista, escreveu Sônia: Morta & Viva, de Sérgio Waissman (Tucano de Ouro do FestRio II), Eternamente Pagu (em parceria com Márcia de Almeida), O Judeu (em parceria com Millor Fernandes). Para a TV, adaptou diversas obras literárias para a série Brasil Especial (entre as quais O Santo que não acreditava em Deus, depois refilmada por Cacá Diegues como Deus é Brasileiro, A Desinibida do Grajaú, Lúcia McCartney e O Compadre de Ogum ), escreveu as minisséries Tudo em Cima, exibida em 1985, e O Sorriso do Lagarto (adaptação do romance homônimo de João Ubaldo Ribeiro), exibida em 1991, participou da criação do programa Tamanho Família e da série Você Decide, da qual foi supervisor de texto. Escreve a série para TV Faça sua História em parceria com João Ubaldo Ribeiro.
Conto com a presença de voces, e se possivel com a divulgação do evento,
Beijos,
sexta-feira, outubro 09, 2009
Dica de prgrama para assistir no feriado na TV Brasil
SEGUNDA-FEIRA, 12 DE OUTUBRO
De L� pra C� - 22h
Anita Garibaldi
O programa desta semana traz a hist�ria de Ana Maria de Jesus Ribeiro, Anita Garibaldi. Anita deixou seu marido, um sapateiro, para participar da Revolu��o Farroupilha onde conheceu Giuseppe Garibaldi. Foram dez anos de aventuras ao seu lado: batalhas, fugas, cavalgadas e tiroteios por terra, mares e rios. Tudo isso entre dois continentes, tr�s pa�ses e muitas cidades. O marido, Giuseppe Garibaldi, foi um guerreiro em tempo integral e dono de um car�ter rom�ntico. Anita morreu aos 28 anos, em Mandriole, na It�lia.
Para comentar sobre a vida desta personagem, considerada uma das maiores hero�nas brasileiras, o De L� pra C� vai entrevistar Paulo Markun, presidente da TV Cultura, que escreveu um livro sobre a vida de Anita. Outros convidados s�o a historiadora Schuma Schumacher , Jos� Cust�dio, autor de uma hist�ria em quadrinhos sobre Anita Garibaldi; e Ant�nio Carlos Marega, historiador da cidade de Laguna (SC), terra natal de Anita.
Apresenta��o Ancelmo Gois e Vera Barroso.
Produ��o executiva Tathiana Targine.
Roteiro Marcio Parente.
Dire��o Carolina S�.
Dire��o geral Jos� Araripe Jr.
Domingo, 18h.
Livre
sexta-feira, setembro 25, 2009
Você tem tempo para ter vida saudável?
VCS CONSEGUEM FAZER TUDO ISSO???
É exatamente isso aí...
Exigências da vida moderna (quem agüenta tudo isso??)
Dizem que todos os dias você deve comer uma maçã por causa do ferro.
E uma banana pelo potássio.
E também uma laranja pela vitamina C.
Uma xícara de chá verde sem açúcar para prevenir a diabetes.
Todos os dias deve-se tomar ao menos dois litros de água.
E uriná-los, o que consome o dobro do tempo.
Todos os dias deve-se tomar um Yakult pelos lactobacilos (que ninguém sabe bem o que é, mas que aos bilhões, ajudam a digestão).
Cada dia uma Aspirina, previne infarto.
Uma taça de vinho tinto também.
Uma de vinho branco estabiliza o sistema nervoso.
Um copo de cerveja, para... não lembro bem para o que, mas faz bem.
O benefício adicional é que se você tomar tudo isso ao mesmo tempo e tiver um derrame, nem vai perceber.
Todos os dias deve-se comer fibra.
Muita, muitíssima fibra.
Fibra suficiente para fazer um pulôver.
Você deve fazer entre quatro e seis refeições leves diariamente.
E nunca se esqueça de mastigar pelo menos cem vezes cada garfada.
Só para comer, serão cerca de cinco horas do dia.
E não esqueça de escovar os dentes depois de comer.
Ou seja, você tem que escovar os dentes depois da maçã, da banana, da laranja, das seis refeições e enquanto tiver dentes, passar fio dental, massagear a gengiva, escovar a língua e bochechar com Plax.
Melhor, inclusive, ampliar o banheiro e aproveitar para colocar um equipamento de som, porque entre a água, a fibra e os dentes, você vai passar ali várias horas por dia.
Há que se dormir oito horas por noite e trabalhar outras oito por dia, mais as cinco comendo são vinte e uma.
Sobram três, desde que você não pegue trânsito.
As estatísticas comprovam que assistimos três horas de TV por dia.
Menos você, porque todos os dias você vai caminhar ao menos meia hora (por experiência própria, após quinze minutos dê meia volta e comece a voltar, ou a meia hora vira uma).
E você deve cuidar das amizades, porque são como uma planta: devem ser regadas diariamente, o que me faz pensar em quem vai cuidar delas quando eu estiver viajando.
Deve-se estar bem informado também, lendo dois ou três jornais por dia para comparar as informações.
Ah! E o sexo.
Todos os dias, tomando o cuidado de não se cair na rotina.
Há que ser criativo, inovador para renovar a sedução.
Isso leva tempo e nem estou falando de sexo tântrico.
Também precisa sobrar tempo para varrer, passar, lavar roupa, pratos e espero que você não tenha um bichinho de estimação.
Na minha conta são 29 horas por dia.
A única solução que me ocorre é fazer várias dessas coisas ao mesmo tempo!!!
Tomar banho frio com a boca aberta, assim você toma água e escova os dentes. Chame os amigos e seus pais.
Beba o vinho, coma a maçã
Agora tenho que ir.
É o meio do dia, e depois da cerveja, do vinho e da maçã, tenho que ir ao banheiro.
E já que vou, levo um jornal...
Tchau....
Se sobrar um tempinho, me manda um e-mail.
Luís Fernando Veríssimo
domingo, setembro 20, 2009
Casal Perfeito
CASAL PERFEITO
Era uma vez um homem perfeito que conheceu uma mulher perfeita.
Namoraram e um dia se casaram. Formavam um casal perfeito.
Numa noite de Natal, ia o casal perfeito, por uma estrada deserta, quando viram alguém no acostamento pedindo ajuda.
Como eram pessoas perfeitas, pararam para ajudar.
Essa pessoa era nada mais nada menos do que Papai Noel, cujo trenó havia enguiçado.
Não querendo deixar milhões de crianças decepcionadas, o casal perfeito se ofereceu para ajudá-lo a distribuir os presentes.
O bom velhinho entrou no carro e lá foram eles. Infelizmente o carro se envolveu em um acidente e somente um dos três ocupantes sobreviveu.
Pergunta:
Quem foi o sobrevivente do trágico acidente?
A mulher perfeita, o homem perfeito ou o Papai Noel?
(leia mais abaixo)
Resposta: A mulher perfeita sobreviveu.
Na verdade, ela era a única personagem real dessa história. Todo mundo sabe que Papai Noel e homem perfeito não existem.
Se você é mulher, pode fechar a mensagem, a piada acaba aqui.
(Homens podem continuar lendo abaixo)
Agora, se Papai Noel não existe, nem homem perfeito, fica claro que quem dirigia era a mulher - o que explica o acidente...
OBS: Se você é mulher e leu até aqui, fica provada mais uma teoria: mulheres são curiosas, metem o bedelho onde não são chamadas e são incapazes de seguir instruções.
Tá rindo de quê.....??????????
sexta-feira, setembro 18, 2009
E mais... Olavo Bilac
Este que um Deus cruel arremessou � vida
Marcando com um sinal da sua maldi��o
Este que desabrochou com uma erva m�
Nascida apenas para os p�s ser calcada no ch�o.
De motejo em motejo arrasta a alma ferida
Sem const�ncia no amor dentro do cora��o,
Sente, crespa crescer a selva retorcida
Dos pensamentos maus, filhos da solid�o.
Longos dias sem sol. Noites de eterno luto.
Alma cega, perdida �-toa no caminho,
Roto casco de nau desprezado no mar
E �rvore acabar� sem nunca dar um fruto.
E homem h� de morrer como viveu:
Sozinho, sem ar, sem luz, sem Deus
Sem f�, sem p�o, sem lar.
A Boneca (Olavo Bilac)
Deixando a bola e a peteca,
Com que inda h� pouco brincavam,
Por causa de uma boneca,
Duas meninas brigavam.
Dizia a primeira: "� minha!"
- "� minha!" a outra gritava;
E nenhuma se continha,
Nem a boneca largava.
Quem mais sofria (coitada!)
Era a boneca. J� tinha
Toda a roupa estra�alhada,
E amarrotada a carinha.
Tanto puxaram por ela,
Que a pobre rasgou-se ao meio,
Perdendo a estopa amarela
Que lhe formava o recheio.
E, ao fim de tanta fadiga,
Voltando � bola e � peteca,
Ambas, por causa da briga,
Ficaram sem a boneca ...
Um Beijo (Olavo Bilac)
Foste o beijo melhor da minha vida,
ou talvez o pior...Gl�ria e tormento,
contigo � luz subi do firmamento,
contigo fui pela infernal descida!
Morreste, e o meu desejo n�o te olvida:
queimas-me o sangue, enches-me o pensamento,
e do teu gosto amargo me alimento,
e rolo-te na boca malferida.
Beijo extremo, meu pr�mio e meu castigo,
batismo e extrema-un��o, naquele instante
por que, feliz, eu n�o morri contigo?
Sinto-me o ardor, e o crepitar te escuto,
beijo divino! e anseio delirante,
na perp�tua saudade de um minuto...
Inania Verba (Olavo Bilac)
Ah! quem h� de exprimir, alma impotente e escrava,
O que a boca n�o diz, o que a m�o n�o escreve?
- Ardes, sangras, pregada � tua cruz e, em breve,
Olhas, desfeito em lodo, o que te deslumbrava...
O Pensamento ferve, e � um turbilh�o de lava:
A Forma, fria e espessa, � um sepulcro de neve...
E a Palavra pesada, abafa a Id�ia leve,
Que, perfume e clar�o, refulgia e voava.
Quem o molde achar� para a express�o de tudo?
Ai! quem h� de dizer as �nsias infinitas
Do sonho? e o c�u que foge � m�o que se levanta?
E a ira muda? e o asco mudo? e o desespero mudo?
E as palavras de f� que nunca foram ditas?
E as confiss�es de amor que morrem na garganta?
Mais de Olavo Bilac
Deixa que o olhar do mundo enfim devasse
Teu grande amor que � teu maior segredo!
Que terias perdido, se, mais cedo,
Todo o afeto que sentes se mostrasse?
Basta de enganos!
Mostra-me sem medo
Aos homens, afrontando-os face a face:
Quero que os homens todos, quando eu passe,
Invejosos, apontem-me com o dedo.
Olha: n�o posso mais!
Ando t�o cheio
Deste amor, que minh'alma se consome
De te exaltar aos olhos do universo...
Ou�o em tudo teu nome, em tudo o leio:
E, fatigado de calar teu nome,
Quase o revelo no final de um verso.
Em Mim Tamb�m (Olavo Bilac)
Em mim tamb�m, que descuidado vistes,
Encantado e aumentando o pr�prio encanto,
Tereis notado que outras cousas canto
Muito diversas das que outrora ouvistes.
Mas amastes, sem d�vida ... Portanto,
Meditai nas tristezas que sentistes:
Que eu, por mim, n�o conhe�o cousas tristes,
Que mais aflijam, que torturem tanto.
Quem ama inventa as penas em que vive;
E, em lugar de acalmar as penas, antes
Busca novo pesar com que as avive.
Pois sabei que � por isso que assim ando:
que � dos loucos somente e dos amantes
na maior alegria andar chorando
Primavera (Olavo Bilac)
Ah! quem nos dera que isso, como outrora,
inda nos comovesse! Ah! quem nos dera
que inda juntos pudessemos agora
ver o desabrochar da primavera!
Sa�amos com os passaros e a aurora,
e, no ch�o, sobre os troncos cheios de hera,
sentavas-te sorrindo, de hora em hora:
"Beijemo-nos! amemo-nos! espera!"
E esse corpo de rosa recendia,
e aos meus beijos de fogo palpitava,
alquebrado de amor e de cansaco....
A alma da terra gorjeava e ria...
Nascia a primavera...E eu te levava,
primavera de carne, pelo bra�o!
Remorso (Olavo Bilac)
�s vezes, uma dor me desespera...
Nestas �nsias e d�vidas em que ando.
Cismo e pade�o, neste outono, quando
Calculo o que perdi na primavera.
Versos e amores sufoquei calando,
Sem os gozar numa explos�o sincera...
Ah! Mais cem vidas! com que ardor quisera
Mais viver, mais penar e amar cantando!
Sinto o que desperdicei na juventude;
Choro, neste come�o de velhice,
M�rtir da hipocrisia ou da virtude,
Os beijos que n�o tive por tolice,
Por timidez o que sofrer n�o pude,
E por pudor os versos que n�o disse!
Ao Cora��o Que Sofre (Olavo Bilac)
Ao cora��o que sofre, separado
Do teu, no ex�lio em que a chorar me vejo,
N�o basta o afeto simples e sagrado
Com que das desventuras me protejo.
N�o me basta saber que sou amado,
Nem s� desejo o teu amor: desejo
Ter nos bra�os teu corpo delicado,
Ter na boca a do�ura de teu beijo.
E as justas ambi��es que me consomem
N�o me envergonham: pois maior baixeza
N�o h� que a terra pelo c�u trocar;
E mais eleva o cora��o de um homem
Ser de homem sempre e, na maior pureza,
Ficar na terra e humanamente amar.
Velhas �rvores (Olavo Bilac)
Olha estas velhas �rvores, mais belas
Do que as �rvores mo�as, mais amigas,
Tanto mais belas quanto mais antigas,
Vencedoras da idade e das procelas...
O homem, a fera e o inseto, � sombra delas
Vivem, livres da fome e de fadigas:
E em seus galhos abrigam-se as cantigas
E os amores das aves tagarelas.
N�o choremos, amigo, a mocidade!
Envelhe�amos rindo. Envelhe�amos
Como as �rvores fortes envelhecem,
Na gl�ria de alegria e da bondade,
Agasalhando os p�ssaros nos ramos,
Dando sombra e consolo aos que padecem!
Ouvir Estrelas (Olavo Bilac)
"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!" E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muitas vezes desperto
E abro as janelas, p�lido de espanto...
E conversamos toda a noite, enquanto
A via-l�ctea, como um p�lio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo c�u deserto.
Direis agora: "Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando est�o contigo?"
E eu vos direi: "Amai para entend�-las!
Pois s� quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas."
domingo, agosto 23, 2009
quarta-feira, agosto 12, 2009
Programa Mistério - Fantasmas no Museu Imperial. Tv Manchete, 1998.
O Brasil também tem seus fantasmas. Veja nesse programa da antiga Rede Manchete, sobre o fantasma do Museu Imperial de Petrópolis.
terça-feira, agosto 11, 2009
Operação pandemia (Legendado)
Parece que sempre atrás de uma coisa ruim, está um lobista americano...
domingo, agosto 09, 2009
quarta-feira, julho 15, 2009
História do Brasil - Revolta da Chibata
Imagens da Revolta da Chibata e do "Almirante Negro" com a música "o mestre-sala dos mares". Música de João Bosco e Aldir Blanc ( letra original)
terça-feira, julho 14, 2009
terça-feira, julho 07, 2009
segunda-feira, julho 06, 2009
domingo, junho 14, 2009
sábado, maio 30, 2009
quarta-feira, maio 20, 2009
Encontro Literário na Biblioteca Municipal de Botafogo Machado de Assis
O evento tem a coordenação de Lygia Simonato e Helena M.R.Souza.
A Biblioteca de Botafogo Machado de Assis fica na Rua Farani,53. Na praça em frente a Universidade Santa Úrsula. Para quem vem pela Praia de Botafogo, o ponto de referencia é atrás do Consulado da Argentina.
ENTRADA FRANCA.
sábado, fevereiro 28, 2009
Saramandaia | Videolog - Solução de qualidade para compartilhamento de vídeos
Essa é uma das novelas mais interessantes que já houve. Novela "realidade fantástica" e a trilha sonora é maravilhosa.
terça-feira, fevereiro 24, 2009
quinta-feira, fevereiro 12, 2009
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
sábado, janeiro 31, 2009
Captação de curriculuns
terça-feira, janeiro 27, 2009
domingo, janeiro 11, 2009
Fim de férias

terça-feira, dezembro 16, 2008
Vai um cafezinho...
Fotos divulgação e Mario Rodrigues Primeiro veio o café Kopi Luwak, preparado com grãos engolidos e expelidos por um mamífero típico da Indonésia, o luwak. Foi um sucesso. Agora o paulistano pode experimentar o Jacu Bird Coffee, resultado de um processamento que segue a mesma lógica: em uma fazenda no Espírito Santo, o pássaro jacu engole o fruto maduro e, digamos, deposita a matéria-prima sem digeri-la.
Após passar por uma lavagem com água, o produto é torrado e moído. A reação química causada pelos sucos gástricos do animal resulta em grãos de alta qualidade.
À venda na Suplicy Cafés Especiais da Alameda Lorena, a xícara desta saborosa raridade sai por 8 reais.
O Café Mais Caro do Mundo!
Descubra qual o segredo do café mais exótico do mundo
fcolavitti@edglobo.com.br
Considerado o café mais caro do mundo (US$ 600.00 por meio kilo), o Kopi Luwak(ou Civet Coffee) é com certeza também o mais exótico.
Você tomaria uma bebida feita com fezes de animal? Antes de responder, saiba que é esse o ingrediente especial do café mais raro, saboroso e caro do mundo, o Kopi Luwak, originário da Indonésia. Essa, digamos, excentricidade do café sempre foi considerada uma lenda urbana, até que um estudo realizado pelo pesquisador italiano Massimo Marcone, em 2004, confirmou o que deve ter feito o estômago de muitos apreciadores da iguaria revirar.
Os preciosos grãos são mesmo processados pelo sistema gastrointestinal e depois retirados dos excrementos da civeta, um mamífero parecido com um gato, que não existe no Brasil (na Indonésia, as palavras Kopi e Luwak significam, respectivamente, café e civeta). O animal come somente os frutos mais doces, maduros e avermelhados do café, que são digeridos pelo seu organismo, com exceção dos grãos, que são excretados junto com suas fezes. E é justamente essa produção limitada dos grãos (menos de 230 quilos por ano) o motivo de sua raridade, preço alto (cerca de mil dólares o quilo) e sabor inigualável, garantem os apreciadores. "Uma mistura de chocolate e suco de uva. Menos ácido e amargo do que os cafés comuns", descreve Marcone.
Pesquisa valiosa
O pesquisador explica que à medida que o grão passa pelo sistema digestório do animal, ele sofre um processo de modificação parecido com o utilizado pela indústria cafeeira para remover a polpa do grão de café, mas que envolve bactérias diferentes das usadas pela indústria, além das enzimas digestivas do animal. É isso que dá ao Kopi Luwak seu sabor característico inigualável. Mas esse processo um tanto quanto esquisito de produzir café não representa riscos à saúde? "Os resultados dos testes que fiz em meus trabalhos mostraram que a bebida é perfeitamente segura", garante Marcone.
Não existem registros precisos sobre a história do Kopi Luwak, mas acredita-se que sua origem data de cerca de 200 anos atrás, quando os colonizadores holandeses iniciaram plantações de café nas ilhas de Java, Sumatra e Sulawesi, onde hoje é a Indonésia.
É nessas ilhas que vivem as civetas, que começaram a se alimentar da planta. Para evitar o desperdício, os plantadores de café começaram a coletar os grãos que saíam intactos das fezes dos animais. Em algum momento alguém resolveu experimentar essa variedade aparentemente pouco apetitosa e descobriu o que hoje é considerado o café mais saboroso do mundo. E você, ficou com vontade de encarar?
Receitas para perder a fome
O Kopi Luwak não é o único alimento excretado por animais que consumimos. Veja outros exemplos :
Vômito de abelha: O mel nada mais é do que isso. O néctar é transportado para o sistema digestório das abelhas, onde é misturado a enzimas que convertem seu açúcar em glicose e frutose. Ele se transforma em mel e é regurgitado pelas abelhas. É esse o produto final que consumimos.
Saliva de pássaro: É o ingrediente de uma sopa considerada uma iguaria na China (também conhecida como "caviar do oriente"). O pequeno pássaro constrói ninhos com sua própria saliva. Esse ninho (que literalmente vale ouro) é usado para o preparo da sopa. O prato é consumido em várias partes do mundo, inclusive nos EUA, que são o maior importador.
Fezes de cabra: É essa a origem de um tipo de óleo usado no Marrocos. O animal se alimenta de um tipo de fruta similar à oliva, que origina o óleo, depois seu caroço é coletado de suas fezes e se transforma em um óleo usado para cozinhar, como cosmético e na medicina local.
Cerveja de cuspe: A chicha é um tipo de cerveja produzido no Equador. Os grãos de milho são mastigados e cuspidos em um recipiente, onde as enzimas da saliva quebram o amido que depois será fermentado e misturado ao álcool.
sexta-feira, dezembro 05, 2008
Versão traduzida de http://www.diagnosis2012.co.uk/1.htm#biblecode
Segue a página traduzida do google.
Versão traduzida de http://www.diagnosis2012.co.uk/1.htm#biblecode
domingo, novembro 30, 2008
Vivendo e Apredendo
Palácio de Versailles, Paris
UM POUCO DE CULTURA
ANOS 1600/1700
Ao se visitar o Palácio de Versailles, em Paris, observa-se que o suntuoso Palácio não tem banheiros.
Nesta época não existiam escovas de dente , perfumes, desodorantes, muito menos papel higiênico.
Em dia de festa a cozinha do palácio conseguia preparar banquete para l.500 pessoas sem a mínima condição de higiene.
Vemos nos filmes as pessoas sendo abanadas.A explicação não está no calor, mas no mau cheiro que exalavam por debaixo das saias que eram feitas propositalmente para conter os odores das partes intimas já que não havia adequada higiene.
Também não havia o costume de se tomar banho devido ao frio e à quase inexistência de água encanada. O mau cheiro era dissipado pelo uso do abanador.
Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, para dissipar o mau cheiro que o corpo e boca exalavam, além de também espantar os insetos.
As excrescências humanas eram despejadas pelas janelas.
Quem já visitou Versalies admirou muito os jardins enormes e belos que, na época, não eram simplesmente contemplados, mas “usados” como vaso sanitário nas famosas baladas promovidas pela monarquia, porque lá também não havia banheiros.
A maioria dos casamentos ocorria nos meses de junho (para eles o inicio do verão).
A razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; assim, em junho, o cheiro das pessoas era ainda tolerável.
Entretanto, como os Odores já começavam, a incomodar, as noivas carregavam buquês, junto ao corpo, para disfarçar o mau cheiro. Dai termos Maio como o mês das Noivas , e a explicação da origem dos buquês de noiva.
Os banhos eram tomados numa única tina, enorme, cheia de água quente, e o chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa.
Depois sem trocar a água, vinham os outros homens da casa, por ordem de idade, as mulheres também por idade, e por fim, as crianças.
Os bebês eram os últimos a tomarem banho.
Quando chegava a vez deles, a água já estava tão suja que era possível “perder” um bebê lá dentro.
É por isso que existe a expressão em inglês ”don´t throw the baby out with the bath water”, literalmente “Não jogue o bebê fora junto com a água do banho”, que hoje usamos para os mais apressadinhos.
Os telhados das casas não tinham forro e as vigas de madeira que os sustentavam eram o melhor lugar para os animais – cães , gatos, ratos e besouros se aquecerem.
Quando chovia, as goteiras forçavam os animais pularem para o chão assim a nossa expressão “está chovendo canivete” tem o equivalente em inglês “it´s raining cats and dogs” (está chovendo gatos e cachorros).
Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho.Certos tipos de alimentos oxidavam o material, fazendo com que muita gente morresse envenenada.
Lembremo-nos de que os hábitos higiênicos, da época, eram péssimos. Os tomates, sendo ácidos, foram alimentos considerados, durante muito tempo venenosos.
Copos de estanho eram usados para cerveja ou uísque. Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo “no chão” (numa espécie de narcolepsia induzida pela mistura da bebida alcoólica com oxido de estanho.
O corpo era então colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo e bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não.
Daí surgiu o velório, que é a vigília junto ao caixão.
Alguém poderia pensar que ele estivesse morto, portanto recolhia o corpo e preparava o enterro.
A Inglaterra país de território pequeno, é onde nem sempre havia espaço para se enterrarem todos os mortos. Então os caixões eram abertos, retirados os ossos , colocados em ossários, e o túmulo usado para outro cadáver.
As vezes, ao abrirem os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas, pelo lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade havia sido enterrado vivo.
Assim surgiu a idéia de ao se fechar os caixões, amarrar uma tira de pano no pulso do defunto, passá-la por um buraco feito no caixão e amarra-la a um sino.
Após o enterro alguém ficava de plantão ao lado do túmulo durante alguns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino tocar e ele seria “ saved by de bell”, ou literalmente “salvo pelo gongo”, expressão que utilizamos até os dias de hoje.
UM ABRAÇÃO PARA TODOS
ACABOU-SE A HISTÓRIA, MORREU VICTÓRIA
quarta-feira, novembro 26, 2008
Matemática de Mendigo
MATEMÁTICA DE MENDIGO
Tenho que dar meus parabéns para esse estagiário que elaborou essa pesquisa tão perfeita, pois o resultado que ele conseguiu obter, é a mais pura realidade.
Preste atenção nessa interessante pesquisa de um estagiário...
Um sinal de trânsito muda de estado em média a cada 30 segundos (trinta segundos no vermelho e trinta no verde).. Então, a cada minuto um mendigo tem 30 segundos para faturar pelo menos R$ 0,10, o que numa hora dará: 60 x 0,10 = R$6,00.
Se ele trabalhar 8 horas por dia, 25 dias por mês, num mês terá faturado: 25 x 8 x 6 = R$ 1.200,00.
Será que isso é uma conta maluca?
Bom, 6 reais por hora é uma conta bastante razoável para quem está no sinal, uma vez que, quem doa nunca dá somente 10 centavos e sim 20, 50 e às vezes até 1,00.
Mas, tudo bem, se ele faturar a metade: R$ 3,00 por hora terá R$600,00 no final do mês, que é o salário de um estagiário com carga de 35 horas semanais ou 7 horas por dia.
Ainda assim, quando ele consegue uma moeda de R$1,00 (o que não é raro), ele pode descansar tranqüilo debaixo de uma árvore por mais 9 viradas do sinal de trânsito, sem nenhum chefe pra 'encher o saco' por causa disto.
Mas considerando que é apenas teoria, vamos ao mundo real.
De posse destes dados fui entrevistar uma mulher que pede esmolas, e que sempre vejo trocar seus rendimentos na Panetiere (padaria em frente ao CEFET). Então lhe perguntei quanto ela faturava por dia. Imagine o que ela respondeu?
É isso mesmo, de 35 a 40 reais em média o que dá (25 dias por mês) x 35 = 875 ou 25 x 40 = 1000, então na média R$ 937,50 e ela disse que não mendiga 8 horas por dia.
Moral da História :
É melhor ser mendigo do que estagiário (e muito menos PROFESSOR), e pelo visto, ser estagiário e professor, é pior que ser Mendigo...
Se esforce como mendigo e ganhe mais do que um estagiário ou um professor.
Estude a vida toda e peça esmolas; é mais fácil e melhor que arrumar emprego.
Lembre-se :
Mendigo não paga 1/3 do que ganha pra sustentar um bando de ladrão.
Viva a Matemática.
Que país é esse?
segunda-feira, novembro 03, 2008
sábado, outubro 18, 2008
sexta-feira, outubro 17, 2008
quarta-feira, outubro 15, 2008
domingo, setembro 14, 2008
Tribuna Livre Reservaer sobre as urnas eletrônicas e sua segurança
Tribuna Livre Reservaer
Meu caro Alilson. Foi muito oportuna sua explanação sobre o voto nulo ou branco. Sabiamente sabemos que muitos poucos conhecem os meandros as sinuosidades da política, tanto é que quando se anula ou vota em branco certamente está beneficiando um dos candidatos que poderá consegui o número desejado para eleger-se, estou falando no caso em que a eleição não atinja o número suficiente de votos nulos, conforme o previsto na legislação, para que seja nula eleição. Por que a minha colocação, quando você não vota nem em um nem no outro aquele que tiver maior número de votos vai levar vantagem. Porém, não acredito em anulação de eleição na forma como estão sendo conduzidas, urnas eletrônicas mais seguras do mundo, conforme são alardeadas, aonde ninguém sabe em quem você votou ou, melhor dizendo, nem você sabe. Pode-se votar em candidato e o voto ser dirigido para outro, tudo vai depender da lista dos candidatos escolhidos na convenção do partido. Agora uma coisa tenho certeza, aquele que tomar a decisão de anular o voto vai ficar com a consciência tranqüila de não ter entregue o erário público a uma “ave de rapina”. Infelizmente a justiça se faz presente na conivência com os fraudadores, num linguajar corriqueiro, com os ladrões dos impostos do povo brasileiro sofrido. Se a justiça tivesse a hombridade de não conceder a inscrição dos fichas sujas certamente não estaríamos fazendo este comentário.
Para um análise sobre as URNAS ELETRÔNICAS.
A Diebold Inc. é a firma que fabrica as urnas no Brasil!!!
Esta firma foi BANIDA dos EUA
ALERTA CONTRA A INSEGURANÇA
DO SISTEMA ELEITORAL INFORMATIZADO
Somos favoráveis ao uso da Informática no Sistema Eleitoral, mas não à
custa da transparência do processo e sem possibilidade de conferência dos
resultados.
Cidadão brasileiro
Nosso regime democrático está seriamente ameaçado por um projeto de lei
em tramitação no Congresso Nacional, o Projeto do Voto Virtual, PL 1503/03.
Este projeto, sob a máscara da modernidade, acaba com as alternativas de
auditoria eficiente do nosso Sistema Eleitoral Informatizado, pois: (1)
elimina o registro impresso do voto conferido pelo eleitor, substituindo-o
por um `voto virtual cego', que o eleitor não tem como verificar o conteúdo;
(2) revoga a obrigatoriedade da Justiça Eleitoral efetuar uma auditoria
aberta no seu sistema informatizado antes da publicação dos resultados
finais; (3) permite que o Sistema Eleitoral Informatizado contenha
programas de computador fechados, ou seja, secretos.
O Projeto de Lei do Voto Virtual nasceu por sugestão de ministros do
Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao Senador
Eduardo Azeredo, e sua tramitação tem sido célere, empurrado pela
interferência direta desses ministros sobre os legisladores, como declarado
por estes durante a votação no Senado.
As Comissões de Constituição e Justiça das duas casas legislativas
analisaram a juridicidade do projeto mas, apesar dos constantes alertas de
membros da comunidade acadêmica para seus riscos sem rigorosos procedimentos
de auditoria e controle, nenhuma audiência pública com especialistas em
Informática e Segurança de Dados foi aceita.
Essa lei, se aprovada, trará como resultado a instituição de um sistema
eleitoral no qual não se poderá exercer uma auditoria externa eficaz, pondo
em cheque até os fundamentos do projeto democrático brasileiro. Aceitando
essa interferência e implantando um sistema eleitoral obscuro, corremos o
risco de virmos a ser governados por uma dinastia, com os controladores do
sistema eleitoral podendo eleger seus sucessores, mesmo sem ter os votos
necessários.
A nação, anestesiada pela propaganda oficial, lamentavelmente desconhece
o perigo que corre. Os meios de comunicação, com honrosas exceções,
omitem-se inexplicavelmente, como se o assunto não fosse merecedor de nossa
preocupação.
A finalidade deste alerta é a denúncia da falta de confiabilidade de um
sistema eleitoral informatizado que: utiliza programas de computador
fechados, baseia-se em urnas eletrônicas sem materialização do voto, não
propicia meios eficazes de fiscalização e auditoria pelos partidos
políticos, e identifica o eleitor por meio da digitação do número de seu
título eleitoral na mesma máquina em que vota. Assim, o princípio da
inviolabilidade do voto, essencial numa democracia, será respeitado apenas
na medida em que os controladores do sistema eleitoral o permitirem,
transformando-se o voto secreto em mera concessão.
Uma verdadeira caixa-preta a desafiar nossa fé, este sistema é
inauditável, inconfiável e suscetível de fraudes informatizadas de difícil
detecção. Como está, ele seria rejeitado na mais simples bateria de testes
de confiabilidade de sistemas pois, em Informática, `Sistema sem
fiscalização é sistema inseguro'. Muitas das fraudes que ocorriam quando o
voto era manual, foram eliminadas, mas o cidadão brasileiro não foi alertado
de que, com a informatização, introduziu-se a possibilidade de fraudes
eletrônicas mais sofisticadas, mais amplas e mais difíceis de serem
descobertas.
Enquanto os países adiantados caminham no sentido de exigir que
sistemas eleitorais informatizados possuam o registro material do voto,
procedam auditoria automática do sistema e só utilizem programas de
computador abertos, com esse Projeto de Lei do Voto Virtual, o Brasil vai na
contramão da história.
De que adianta rapidez na publicação dos resultados, se não respeitarmos
o direito do cidadão de verificar que seu voto foi corretamente computado?
Segurança de dados é assunto técnico especializado e assusta-nos a falta
de seriedade com que nossa votação eletrônica tem sido tratada, nos três
Poderes, por leigos na matéria. Os rituais promovidos pelo TSE, como a
apresentação dos programas, a carga das urnas e os testes de simulação são
apenas espetáculos formais, de pouca significância em relação à eficiência
da fiscalização.
Surpreende-nos, sem desmerecer suas competências na área jurídica, que
autoridades respeitáveis da Justiça Eleitoral possam anunciar, com toda a
convicção, que o sistema eleitoral informatizado é `100% seguro' e `orgulho
da engenharia nacional', externando inverdades em áreas que não dominam,
alheias ao seu campo de conhecimento específico.
Para o eleitor, a urna é 100% insegura, pois pode ser programada para
"eleger" desde vereadores até o próprio presidente. O único e mais simples
antídoto para esta insegurança é a participação individual do eleitor na
fiscalização do registro do seu próprio voto, pois ele é o único capaz de
fazer isto adequadamente.
O TSE sempre evitou debater tecnicamente a segurança da urna, ignorando
todas as objeções técnicas em contrário. Nenhum estudo isento e independente
foi feito até hoje sobre a alegada confiabilidade da urna sem o voto
impresso. O estudo de um grupo da Unicamp (pago pelo TSE), parcial e pleno
de ressalvas, recomendou vários procedimentos como condição para garantir o
nível de segurança necessário ao sistema. Essas ressalvas, infelizmente,
foram omitidas na propaganda sobre as maravilhas da urna.
A confiabilidade de sistemas informatizados reside nas pessoas e nas
práticas seguras. Palavras mágicas como assinatura digital, criptografia
assimétrica, embaralhamento pseudo-aleatório e outras panacéias de nada
valem se não forem acompanhadas de rigorosos procedimentos de verificação,
fiscalização e auditoria externas. Se esta urna algum dia cair sob o
controle de pessoas desonestas, elas poderão eleger quem desejarem. De modo
algum podemos confiar apenas nas pesquisas eleitorais como modo de validar
os resultados das urnas eletrônicas, especialmente se as diferenças entre os
candidatos forem pequenas.
Nenhum sistema informatizado é imune à fraude, especialmente a ataques
internos, como sucedeu em julho de 2000 com o Painel Eletrônico do Senado,
fato que levou à renúncia de dois senadores. A única proteção possível é um
projeto cuidadoso que atenda aos requisitos de segurança, e à possibilidade
de auditorias dos programas, dos procedimentos e dos resultados.
Basta de obscurantismo no sistema eleitoral. Enfatizamos a necessidade
de serem realizados debates técnicos públicos e independentes sobre a
segurança do sistema e de seus defeitos serem corrigidos, antes da aprovação
de leis que comprometam a transparência do processo.
A democracia brasileira exige respeito ao Princípio da Transparência e
ao Princípio da Tripartição de Poderes no processo eleitoral.
Instamos todos os eleitores preocupados com a confiabilidade de nosso
sistema eleitoral a transmitirem suas preocupações, por todos os meios
possíveis, a seus representantes no Congresso e aos meios de comunicação.
Brasil, setembro de 2003
Signatários:
Walter Del Picchia
Professor Titular da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo - USP
Jorge Stolfi
Professor Titular do Instituto de Computação da Universidade Estadual de
Campinas - UNICAMP
Michael Stanton
Professor Titular do Depto. de Ciência da Computação da Universidade Federal
Fluminense - UFF
Routo Terada
Professor Titular do Depto. de Ciências da Computação do Instituto de
Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo - USP
Edison Bittencourt
Professor Titular da Faculdade de Engenharia Química da Universidade de
Campinas - UNICAMP
Pedro Dourado Rezende
Professor do Depto. de Ciência da Computação da Universidade de Brasília -
UNB - Representante da Sociedade Civil no Comitê Gestor da Infra-estrutura
de Chaves Públicas ICP-Brasil.
Paulo Mora de Freitas
Chefe do serviço de Informática do Laboratório Leprince-Ringuet da Ecole
polytechnique, Palaiseau, França
José Ricardo Figueiredo
Professor Dr. do Departamento de Energia da Faculdade de Engenharia Mecânica
da Universidade de Campinas - UNICAMP
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
Nota de Patrícia Pillar à Imprensa
domingo, fevereiro 17, 2008
sábado, dezembro 01, 2007
Portal do Governo do Estado do Rio de Janeiro
Obra de 1890, música composta por Leopoldo Américo Miguez(1850-1902) e letra escrita por Joaquim de Medeiros e Albuquerque(1867-1934).
Seja um pálio de luz desdobradoSob a larga amplidão destes céusEste canto rebel, que o passadoVem remir dos mais torpes labéus!Seja um hino de glória que faleDe esperanças de um novo porvir!Com visões de triunfos embaleQuem por ele lutando surgir!
Liberdade! Liberdade!Abre as asas sobre nós!Das lutas na tempestadeDá que ouçamos tua voz!Nós nem cremos que escravos outroraTenha havido em tão nobre país...Hoje o rubro lampejo da auroraAcha irmãos, não tiranos hostis.Somos todos iguais! Ao futuroSaberemos, unidos, levarNosso augusto estandarte que, puro,Brilha, ovante, da Pátria no altar!Liberdade! Liberdade!...Se é mister que de peitos valentesHaja sangue no nosso pendão,Sangue vivo do herói TiradentesBatizou este audaz pavilhão!Mensageiros de paz, paz queremos,É de amor nossa força e poder,Mas da guerra nos transes supremosHeis de ver-nos lutar e vencer!Liberdade! Liberdade!...Do Ipiranga é preciso que o bradoSeja um grito soberbo de fé!O Brasil já surgiu libertadoSobre as púrpuras régias de pé!Eia, pois, brasileiros, avante!Verdes louros colhamos louçãos!Seja o nosso País triunfante,Livre terra de livres irmãos!Liberdade! Liberdade!...
Portal do Governo do Estado do Rio de Janeiro
O Hino do Estado do Rio de Janeiro, intitulado HINO 15 DE NOVEMBRO, foi composto em 1889 pelo maestro João Elias da Cunha e por ele oferecido ao primeiro Governador, Dr. Francisco Portela. A letra do Hino é de autoria do poeta fluminense Antônio José Soares de Souza Júnior. Foi oficializado em 29 de dezembro de 1889.
Fluminenses, avante! Marchemos!Às conquistas da paz, povo nobre!Somos livres, alegres brademos,Que uma livre bandeira nos cobre.Fluminenses, eia! Alerta!Ódio eterno à escravidão!Que na Pátria enfim libertaBrilha à luz da redenção!Nesta Pátria, do amor áureo templo,Cantam hinos a Deus nossas almas;Veja o mundo surpreso este exemplo,De vitória, entre flores e palmas.Fluminenses, eia! Alerta!...
Nunca mais, nunca mais nesta terraVirão cetros mostrar falsos brilhos;Neste solo que encantos encerra,Livre Pátria terão nossos filhos.Fluminenses, eia! Alerta!...Ao cantar delirante dos hinosEssa noite, dos tronos nascida,Deste sol, aos clarões diamantinos,Fugirá, sempre, sempre vencida.Fluminenses, eia! Alerta!...Nossos peitos serão baluartesEm defesa da Pátria gigante;Seja o lema do nosso estandarte:Paz e amor! Fluminenses, avante!
HINO: Na antigüidade, canto, poema dedicado à glória dos deuses e dos heróis, muitas vezes associado a um ritual religioso. Canto, poema lírico à glória de um personagem, de uma grande idéia, de um grande sentimento ou evento.

























