sexta-feira, outubro 17, 2008

domingo, setembro 14, 2008

Tribuna Livre Reservaer sobre as urnas eletrônicas e sua segurança

É bom a gente ficar de olho! Isso é um assunto que deveria ser debatido junto o povo, nós os pobres mortais que pagam as contas. E que contas!

Tribuna Livre Reservaer



Meu caro Alilson. Foi muito oportuna sua explanação sobre o voto nulo ou branco. Sabiamente sabemos que muitos poucos conhecem os meandros as sinuosidades da política, tanto é que quando se anula ou vota em branco certamente está beneficiando um dos candidatos que poderá consegui o número desejado para eleger-se, estou falando no caso em que a eleição não atinja o número suficiente de votos nulos, conforme o previsto na legislação, para que seja nula eleição. Por que a minha colocação, quando você não vota nem em um nem no outro aquele que tiver maior número de votos vai levar vantagem. Porém, não acredito em anulação de eleição na forma como estão sendo conduzidas, urnas eletrônicas mais seguras do mundo, conforme são alardeadas, aonde ninguém sabe em quem você votou ou, melhor dizendo, nem você sabe. Pode-se votar em candidato e o voto ser dirigido para outro, tudo vai depender da lista dos candidatos escolhidos na convenção do partido. Agora uma coisa tenho certeza, aquele que tomar a decisão de anular o voto vai ficar com a consciência tranqüila de não ter entregue o erário público a uma “ave de rapina”. Infelizmente a justiça se faz presente na conivência com os fraudadores, num linguajar corriqueiro, com os ladrões dos impostos do povo brasileiro sofrido. Se a justiça tivesse a hombridade de não conceder a inscrição dos fichas sujas certamente não estaríamos fazendo este comentário.

Para um análise sobre as URNAS ELETRÔNICAS.

A Diebold Inc. é a firma que fabrica as urnas no Brasil!!!
Esta firma foi BANIDA dos EUA

ALERTA CONTRA A INSEGURANÇA

DO SISTEMA ELEITORAL INFORMATIZADO

Somos favoráveis ao uso da Informática no Sistema Eleitoral, mas não à
custa da transparência do processo e sem possibilidade de conferência dos
resultados.

Cidadão brasileiro

Nosso regime democrático está seriamente ameaçado por um projeto de lei
em tramitação no Congresso Nacional, o Projeto do Voto Virtual, PL 1503/03.
Este projeto, sob a máscara da modernidade, acaba com as alternativas de
auditoria eficiente do nosso Sistema Eleitoral Informatizado, pois: (1)
elimina o registro impresso do voto conferido pelo eleitor, substituindo-o
por um `voto virtual cego', que o eleitor não tem como verificar o conteúdo;
(2) revoga a obrigatoriedade da Justiça Eleitoral efetuar uma auditoria
aberta no seu sistema informatizado antes da publicação dos resultados
finais; (3) permite que o Sistema Eleitoral Informatizado contenha
programas de computador fechados, ou seja, secretos.
O Projeto de Lei do Voto Virtual nasceu por sugestão de ministros do
Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao Senador
Eduardo Azeredo, e sua tramitação tem sido célere, empurrado pela
interferência direta desses ministros sobre os legisladores, como declarado
por estes durante a votação no Senado.
As Comissões de Constituição e Justiça das duas casas legislativas
analisaram a juridicidade do projeto mas, apesar dos constantes alertas de
membros da comunidade acadêmica para seus riscos sem rigorosos procedimentos
de auditoria e controle, nenhuma audiência pública com especialistas em
Informática e Segurança de Dados foi aceita.
Essa lei, se aprovada, trará como resultado a instituição de um sistema
eleitoral no qual não se poderá exercer uma auditoria externa eficaz, pondo
em cheque até os fundamentos do projeto democrático brasileiro. Aceitando
essa interferência e implantando um sistema eleitoral obscuro, corremos o
risco de virmos a ser governados por uma dinastia, com os controladores do
sistema eleitoral podendo eleger seus sucessores, mesmo sem ter os votos
necessários.
A nação, anestesiada pela propaganda oficial, lamentavelmente desconhece
o perigo que corre. Os meios de comunicação, com honrosas exceções,
omitem-se inexplicavelmente, como se o assunto não fosse merecedor de nossa
preocupação.
A finalidade deste alerta é a denúncia da falta de confiabilidade de um
sistema eleitoral informatizado que: utiliza programas de computador
fechados, baseia-se em urnas eletrônicas sem materialização do voto, não
propicia meios eficazes de fiscalização e auditoria pelos partidos
políticos, e identifica o eleitor por meio da digitação do número de seu
título eleitoral na mesma máquina em que vota. Assim, o princípio da
inviolabilidade do voto, essencial numa democracia, será respeitado apenas
na medida em que os controladores do sistema eleitoral o permitirem,
transformando-se o voto secreto em mera concessão.
Uma verdadeira caixa-preta a desafiar nossa fé, este sistema é
inauditável, inconfiável e suscetível de fraudes informatizadas de difícil
detecção. Como está, ele seria rejeitado na mais simples bateria de testes
de confiabilidade de sistemas pois, em Informática, `Sistema sem
fiscalização é sistema inseguro'. Muitas das fraudes que ocorriam quando o
voto era manual, foram eliminadas, mas o cidadão brasileiro não foi alertado
de que, com a informatização, introduziu-se a possibilidade de fraudes
eletrônicas mais sofisticadas, mais amplas e mais difíceis de serem
descobertas.
Enquanto os países adiantados caminham no sentido de exigir que
sistemas eleitorais informatizados possuam o registro material do voto,
procedam auditoria automática do sistema e só utilizem programas de
computador abertos, com esse Projeto de Lei do Voto Virtual, o Brasil vai na
contramão da história.
De que adianta rapidez na publicação dos resultados, se não respeitarmos
o direito do cidadão de verificar que seu voto foi corretamente computado?
Segurança de dados é assunto técnico especializado e assusta-nos a falta
de seriedade com que nossa votação eletrônica tem sido tratada, nos três
Poderes, por leigos na matéria. Os rituais promovidos pelo TSE, como a
apresentação dos programas, a carga das urnas e os testes de simulação são
apenas espetáculos formais, de pouca significância em relação à eficiência
da fiscalização.
Surpreende-nos, sem desmerecer suas competências na área jurídica, que
autoridades respeitáveis da Justiça Eleitoral possam anunciar, com toda a
convicção, que o sistema eleitoral informatizado é `100% seguro' e `orgulho
da engenharia nacional', externando inverdades em áreas que não dominam,
alheias ao seu campo de conhecimento específico.
Para o eleitor, a urna é 100% insegura, pois pode ser programada para
"eleger" desde vereadores até o próprio presidente. O único e mais simples
antídoto para esta insegurança é a participação individual do eleitor na
fiscalização do registro do seu próprio voto, pois ele é o único capaz de
fazer isto adequadamente.
O TSE sempre evitou debater tecnicamente a segurança da urna, ignorando
todas as objeções técnicas em contrário. Nenhum estudo isento e independente
foi feito até hoje sobre a alegada confiabilidade da urna sem o voto
impresso. O estudo de um grupo da Unicamp (pago pelo TSE), parcial e pleno
de ressalvas, recomendou vários procedimentos como condição para garantir o
nível de segurança necessário ao sistema. Essas ressalvas, infelizmente,
foram omitidas na propaganda sobre as maravilhas da urna.
A confiabilidade de sistemas informatizados reside nas pessoas e nas
práticas seguras. Palavras mágicas como assinatura digital, criptografia
assimétrica, embaralhamento pseudo-aleatório e outras panacéias de nada
valem se não forem acompanhadas de rigorosos procedimentos de verificação,
fiscalização e auditoria externas. Se esta urna algum dia cair sob o
controle de pessoas desonestas, elas poderão eleger quem desejarem. De modo
algum podemos confiar apenas nas pesquisas eleitorais como modo de validar
os resultados das urnas eletrônicas, especialmente se as diferenças entre os
candidatos forem pequenas.
Nenhum sistema informatizado é imune à fraude, especialmente a ataques
internos, como sucedeu em julho de 2000 com o Painel Eletrônico do Senado,
fato que levou à renúncia de dois senadores. A única proteção possível é um
projeto cuidadoso que atenda aos requisitos de segurança, e à possibilidade
de auditorias dos programas, dos procedimentos e dos resultados.
Basta de obscurantismo no sistema eleitoral. Enfatizamos a necessidade
de serem realizados debates técnicos públicos e independentes sobre a
segurança do sistema e de seus defeitos serem corrigidos, antes da aprovação
de leis que comprometam a transparência do processo.
A democracia brasileira exige respeito ao Princípio da Transparência e
ao Princípio da Tripartição de Poderes no processo eleitoral.
Instamos todos os eleitores preocupados com a confiabilidade de nosso
sistema eleitoral a transmitirem suas preocupações, por todos os meios
possíveis, a seus representantes no Congresso e aos meios de comunicação.

Brasil, setembro de 2003

Signatários:

Walter Del Picchia
Professor Titular da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo - USP

Jorge Stolfi
Professor Titular do Instituto de Computação da Universidade Estadual de
Campinas - UNICAMP

Michael Stanton
Professor Titular do Depto. de Ciência da Computação da Universidade Federal
Fluminense - UFF

Routo Terada
Professor Titular do Depto. de Ciências da Computação do Instituto de
Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo - USP

Edison Bittencourt
Professor Titular da Faculdade de Engenharia Química da Universidade de
Campinas - UNICAMP

Pedro Dourado Rezende
Professor do Depto. de Ciência da Computação da Universidade de Brasília -
UNB - Representante da Sociedade Civil no Comitê Gestor da Infra-estrutura
de Chaves Públicas ICP-Brasil.

Paulo Mora de Freitas
Chefe do serviço de Informática do Laboratório Leprince-Ringuet da Ecole
polytechnique, Palaiseau, França

José Ricardo Figueiredo
Professor Dr. do Departamento de Energia da Faculdade de Engenharia Mecânica
da Universidade de Campinas - UNICAMP

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Nota de Patrícia Pillar à Imprensa

Nota de Patrícia Pillar à imprensa: Eu tive uma forma rara de câncer de mama, que está no exterior da mama, no mamilo ou auréola, surge como um vermelhão que depois se torna uma lesão com bordas crustosas. Eu nunca teria suspeitado que seria um câncer de mama, mas era.. Meu mamilo nunca pareceu diferente para mim, mas o vermelhão incomodou, por isso eu fui ao consultório do meu médico. Às vezes coçava e doía, mas outras vezes não atrapalhava. Era só feio e incômodo, e não desaparecia com todos os cremes prescritos pelo dermatologista, como a dermatite nos olhos que tive antes disso. Aí fui ao consultório para ser examinada. Eles pareciam um pouco preocupados, mas não me avisaram que poderia ser câncer. Agora suspeito que não há muitas mulheres por aí que saibam que uma lesão ou vermelhidão no mamilo ou auréola pode ser câncer de mama. Estes são os sintomas: O meu começou como uma simples pápula (espinha) na auréola. Um dos maiores problemas com a Doença de Paget do mamilo é que os sintomas parecem inofensivos. Pensa-se freqüentemente que é uma inflamação ou infecção de pele, levando a indesejáveis adiamentos na detenção e tratamento. Os sintomas incluem: a) Um persistente vermelhidão e crostas no seu mamilo levando-a a coçar e provocar queimação (como falei, o meu não coçou ou ardeu, mas tive uma crosta na borda externa de um dos lados). b) Uma dor no seu mamilo que não diminui (a minha era na área da auréola com uma área grossa e esbranquiçada no centro de meu mamilo). c) Geralmente só um mamilo é afetado. Como é diagnosticado: Seu médico fará exame físico, e pedirá mamografia bilateral imediatamente. Apesar de a vermelhidão, inchaço e crosta parecerem dermatite inflamação da pele), seu médico deve suspeitar de câncer se a lesão for em apenas uma mama. Seu médico deverá pedir uma biopsia em sua lesão para confirmar o que está acontecendo. Eles tirarão uma amostra do seu tecido mamário naquela área para testar um câncer. Se o câncer for só no mamilo e não na mama, seu médico pode encomendar retirar só o mamilo e o tecido ao redor, ou sugerir radioterapia. Se o meu médico cuidasse do meu rapidamente ao invés de ir tratando como dermatite, talvez pudessem salvar minha mama e a doença não iria para meus nódulos linfáticos NOTA: Esta mensagem deve ser levada à sério e repassada para tantas amigas quanto possível. Pode salvar a vida de alguém. Meu câncer de mama se espalhou e metastatizou para meus ossos, isso depois de receber mega doses de quimioterapia, 28 tratamentos de radioterapia e tomar Tomoxipan. Talvez se eu soubesse dessa doença anteriormente, ela não teria se espalhado. Tentei relatar o meu caso em um programa de TV, mas não houve interesse sobre esse tema. Por favor atendam a este pedido: ENVIE ESTA MENSAGEM A TODAS AS MULHERES COM QUEM VOCÊ SE PREOCUPA. E PARA OS HOMENS QUE VOCÊ CONHECE E QUE AMAM AS MULHERES QUE EXISTEM EM SUAS VIDAS, PARA QUE POSSAM TAMBÉM AJUDÁ-LAS NO COMBATE CONTRA O CÂNCER. Patricia Pillar. -- Reclamar adianta. Atendimento personalizado e gratuito. http://www.emdefesadoconsumidor.com.br/

domingo, fevereiro 17, 2008

O Chefe, de Ivo Patarra

O Chefe, de Ivo Patarra

O livro proibido com todo escândalo do "Mensalão".

sábado, dezembro 01, 2007

Portal do Governo do Estado do Rio de Janeiro

Portal do Governo do Estado do Rio de Janeiro


Obra de 1890, música composta por Leopoldo Américo Miguez(1850-1902) e letra escrita por Joaquim de Medeiros e Albuquerque(1867-1934).
Seja um pálio de luz desdobradoSob a larga amplidão destes céusEste canto rebel, que o passadoVem remir dos mais torpes labéus!Seja um hino de glória que faleDe esperanças de um novo porvir!Com visões de triunfos embaleQuem por ele lutando surgir!
Liberdade! Liberdade!Abre as asas sobre nós!Das lutas na tempestadeDá que ouçamos tua voz!Nós nem cremos que escravos outroraTenha havido em tão nobre país...Hoje o rubro lampejo da auroraAcha irmãos, não tiranos hostis.Somos todos iguais! Ao futuroSaberemos, unidos, levarNosso augusto estandarte que, puro,Brilha, ovante, da Pátria no altar!Liberdade! Liberdade!...Se é mister que de peitos valentesHaja sangue no nosso pendão,Sangue vivo do herói TiradentesBatizou este audaz pavilhão!Mensageiros de paz, paz queremos,É de amor nossa força e poder,Mas da guerra nos transes supremosHeis de ver-nos lutar e vencer!Liberdade! Liberdade!...Do Ipiranga é preciso que o bradoSeja um grito soberbo de fé!O Brasil já surgiu libertadoSobre as púrpuras régias de pé!Eia, pois, brasileiros, avante!Verdes louros colhamos louçãos!Seja o nosso País triunfante,Livre terra de livres irmãos!Liberdade! Liberdade!...

Portal do Governo do Estado do Rio de Janeiro

Portal do Governo do Estado do Rio de Janeiro

O Hino do Estado do Rio de Janeiro, intitulado HINO 15 DE NOVEMBRO, foi composto em 1889 pelo maestro João Elias da Cunha e por ele oferecido ao primeiro Governador, Dr. Francisco Portela. A letra do Hino é de autoria do poeta fluminense Antônio José Soares de Souza Júnior. Foi oficializado em 29 de dezembro de 1889.
Fluminenses, avante! Marchemos!Às conquistas da paz, povo nobre!Somos livres, alegres brademos,Que uma livre bandeira nos cobre.Fluminenses, eia! Alerta!Ódio eterno à escravidão!Que na Pátria enfim libertaBrilha à luz da redenção!Nesta Pátria, do amor áureo templo,Cantam hinos a Deus nossas almas;Veja o mundo surpreso este exemplo,De vitória, entre flores e palmas.Fluminenses, eia! Alerta!...
Nunca mais, nunca mais nesta terraVirão cetros mostrar falsos brilhos;Neste solo que encantos encerra,Livre Pátria terão nossos filhos.Fluminenses, eia! Alerta!...Ao cantar delirante dos hinosEssa noite, dos tronos nascida,Deste sol, aos clarões diamantinos,Fugirá, sempre, sempre vencida.Fluminenses, eia! Alerta!...Nossos peitos serão baluartesEm defesa da Pátria gigante;Seja o lema do nosso estandarte:Paz e amor! Fluminenses, avante!
HINO: Na antigüidade, canto, poema dedicado à glória dos deuses e dos heróis, muitas vezes associado a um ritual religioso. Canto, poema lírico à glória de um personagem, de uma grande idéia, de um grande sentimento ou evento.

domingo, novembro 25, 2007

Corcovado: Pagar para andar a pé

Corcovado: Pagar para andar a pé


O novo projeto de gestão dos acessos ao Cristo Redentor, prevê cobrança de ingressos aos pedestres. O Ibama alega que a cobrança será inevitável com o novo modelo de gestão do parque, que será implantado. Deverão ser colocadas roletas junto aos elevadores que são administrados pela prefeitura.
Numa declaração do superintendente do Ibama no Rio, sr. Rogério Rocco(O Globo-24/11/2007), diz que o objetivo é a utilização de vans, pelos visitantes.
“Devemos desestimular o usuário a fazer o caminho a pé. Não tem conforto algum, nem segurança para o pedestre, que caminha pelo meio das pistas cheia de curvas”; segundo a reportagem, ele afirma ainda, que as roletas são a única forma de evitar desvios de dinheiro do parque.
Vereadores e deputado, durante uma manifestação de protestos, argumentaram que o Ibama não poder para determinar o que é permitido ou não, na área do Cristo e na Capela Nossa Senhora da Aparecida e que o órgão não aplica o dinheiro na manutenção do monumento, conforme informação da coordenadora da Arquidiocese do rio de Janeiro (O Globo-24/11/2007).
Existem várias questões a serem esclarecidas, para os pobres mortais dessa cidade, que nunca são consultados sobre os absurdos, aqui cometidos.
Se o Ibama não tem jurisdição sobre o Cristo, isso deve ser encarado como um abuso de autoridade. Porém, a coisa é um pouquinho pior, o órgão está tirando o direito do cidadão de ir e vir, garantido pela Constituição, afinal a estrada é uma via pública. Se não há segurança, a solução, certamente, não será cobrar pedágio e sim policiar, sinalizar e garantir que o caminhante tenha uma via própria. Quem sabe, com calçadas ou uma pedestre-via, a exemplo da ciclovia. Outra questão, essa muito conhecida do povo, é o desvio de dinheiro. Se há desvio de dinheiro, porque não fazer uma auditoria ou CPI, mesmo que no final acabe em pizza, como tantas outras. Não! Vão colocar mais dinheiro para ser desviado! Pior ainda, além de tirar o direito de andar a pé, vão obrigar o visitante ir de van! Aquelas que são controladas por falsos guias, falsos flanelinhas, falsas cooperativas... Aquelas controladas pelo tráfico, assaltantes... Ou quem sabe...As que pagarem ao Ibama uma pequena taxa extra, para poderem circular sem ser incomodadas. Talvez, caminhar a pé seja mais prejudicial à saúde e polua mais o ar do que as vans irregulares (sem autorização e mal conservadas) que ali circulam. Afinal tudo deve ser feito para evitar o aquecimento global. Essa estória está muito esquisita, e o povo vai acabar literalmente pagando o pato, ou melhor o pedágio.

quarta-feira, novembro 21, 2007

TV Magazine - TalkTV Fórum

TV Magazine - TalkTV Fórum

custo altoTV digital: televisores e conversores devem chegar às lojas com preços ainda altosPublicada em 23/10/2007 às 18h54mAgnes Dantas, O Globo OnlineRIO - Às vésperas do início das transmissões da TV aberta digital no Brasil - os sinais serão abertos na cidade de São Paulo no dia 2 de dezembro - a maioria dos fabricantes de eletroeletrônicos que opera no Brasil evita detalhar estratégias para as vendas dos equipamentos - datas de chegada e preços exatos dos televisores com receptor interno ou dos conversores para o novo padrão. Mas uma constatação escapa ao aparente mistério: o custo dos equipamentos para o consumidor final estará acima das expectativas do governo - que há meses espera estrear a TV digital com preços de eletrônicos mais acessíveis. Informações divulgadas pelos fabricantes dão conta que os primeiros aparelhos conversores (decodificador de sinal, ou set top box) não devem sair por menos de R$ 700. ( Leia mais: especialistas falam das vantagens, mas não recomendam pressa ). Apesar de a Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) garantir que pelo menos sete empresas - LG Electronics, Panasonic, Philips, Samsung, Semp Toshiba, Sony e Tectoy - têm planos de lançar conversores ou televisores com conversores integrados para TV digital antes do início das transmissões, são poucas as marcas que confirmam preços e prazos. A Semp Toshiba afirma que venderá em novembro dois modelos de conversores, sendo um simples e outro mais sofisticado para televisores de plasma ou LCD, com som dolby digital 5.1 e saída HDMI. De acordo com a empresa, os preços sugeridos são, respectivamente, R$ 700 e R$ 900. Em janeiro, a marca vai lançar um televisor digital, que já vem com o conversor embutido, mas ainda não há estimativa de preço para o modelo. ( Leia mais: listamos dez questões mais comuns sobre TV digital ) " Incertezas: conversor pode não sair por menos de R$ 700, e preços de televisores com receptor interno ainda são mistério "A Philips afirmou que, em meados de novembro, oferecerá um set top box de alta definição, mas também não revelou preços. Já a Sony Brasil diz que começa a vender em dezembro um receptor de alta definição importado (set top box DMX-DT1) da marca Bravia - mesma grife dos novos televisores habilitados para exibir imagens em alta definição (full HD) - ao preço sugerido de R$ 999. Os novos televisores LCD, acima de 40 polegadas, chegam às lojas na primeira quinzena de novembro a partir de R$ 7 mil, mas que, apesar da tecnologia avançada, não dispensam o uso do aparelho conversor de sinais. A Samsung vai optar por oferecer no Brasil dois modelos de televisores LCD com o conversor digital embutido, que devem chegar ao varejo na segunda quinzena de novembro, e ainda não definiu sua estratégia para conversores. A gerente de produto de TVs da LG Electronics, Fernanda Summa, afirmou que a marca vai optar "pela oferta única de telas de LCD Full HD com conversor digital integrado", e confirmou que, até dezembro, a empresa "só irá oferecer este modelo de solução completa". A Gradiente também vai apostar em TVs com decodificadores integrados a partir do segundo semestre de 2008, mas nenhuma das trêsfabricantes antecipa estimativas de preços. - A Gradiente terá um conversor digital de alta definição, que estará disponível no mercado quando iniciarem as transmissões comerciais de TV digital - garantiu Moris Arditt, vice-presidente da empresa. Lourival Kiçula, presidente da Eletros, afirmou em comunicado que o sistema brasileiro de TV digital envolve inovações tecnológicas que demandam componentes, como semicondutores específicos, que ainda não são produzidos em larga escala no mercado mundial. O executivo defendeu a indústria, destacando que o mercado, em geral, leva em média 15 meses entre o início de um novo padrão e o lançamento de produtos no mercado, enquanto o Brasil levará eletrônicos para as prateleiras apenas 6 meses após a definição das especificações de TV digital. "À medida que esses componentes começarem a ser produzidos em escala, os preços deverão começar a cair", afirmou Kiçula, em comunicado. A Tectoy, marca que ficou conhecida no setor de entretenimento, é uma das únicas que promete diferenciais de olho na aproximação com o consumidor. Vai lançar, em dezembro, um receptor portátil que, segundo a fabricante, será capaz de reproduzir imagens do novo padrão de TV digital em computadores e notebooks. O chamado "MobTV", lançado em 2006 no Japão, habilita um software proprietário ao ser conectado ao equipamento via porta USB 2.0. A expectativa é que o novo portátil chegue ao Brasil com preço sugerido de R$ 369, informou a empresa

terça-feira, novembro 20, 2007

TV Magazine - Extras

TV Magazine - Extras: " "

segunda-feira, novembro 05, 2007

Flickr

This is a test post from flickr, a fancy photo sharing thing.

sábado, junho 09, 2007

MAC-Niterói - RJ

 
Posted by Picasa

domingo, maio 13, 2007

Mínha família e meus amigos

<"http://www.tagged.com/sgomescarneiro>

sábado, abril 07, 2007

Idéia Roubada

IDÉIA ROUBADA


O que é uma idéia? Será que ela pode ser roubada? E como se rouba uma idéia?
Essas perguntas passaram pela minha cabeça num dia que pesquisando na internet, me deparei com uma peça que partia exatamente de uma idéia que eu tinha tido há alguns anos atrás. Tratava-se de uma peça de teatro, com o nome de uma música popular brasileira, cantada por Dalva de Oliveira, chamada “O pequenino grão de areia”, transformada em enredo teatral.
No ano de 1998, fiz um curso de Técnico de Pintura Cenográfica, no Teatro Odílio Costa Filho na UERJ, onde tínhamos diversas matérias, e entre elas, uma chamada “Artes Cênicas”, ministrada pela professora Thereza Rocha. Essa matéria falava sobre o teatro propriamente dito, isto é, seu espaço físico e os profissionais envolvidos em um espetáculo, tais como diretores, atores, cenógrafos, pintores, maquinistas, carpinteiros entre outros.
A professora Thereza costumava pedir aos alunos, trabalhos escritos, sobre as áreas em que cada aluno pretendia futuramente trabalhar. Algumas vezes era dado um texto onde cada aluno, desenvolvia seu trabalho, como escolher a trilha sonora, iluminação e no nosso caso, descrever como seria pintado o cenário. Enfim, os trabalhos eram feitos de forma que estivéssemos preparados para criar ou desenvolver as idéias de outros profissionais, o que eu achava o máximo, pois assim estávamos sendo preparados para qualquer coisa que o mercado exigisse de nós futuros profissionais. Como encerramento das aulas nessa matéria, nos foi pedido para escrever um esquete, onde mais uma vez deveríamos descrever os nossos trabalhos, na área pretendida, no meu caso, pintura de cenário. Só que eu fiz muito mais que isso, desenvolvi toda a idéia de uma peça. Não era só um esquete, nem uma sinopse era a própria peça. Uma adaptação da música “Um pequenino grão de areia” cantada por Dalva de Oliveira. Uma estória que eu sempre contava para minhas filhas quando elas ainda eram muito pequenas e mais tarde para meus sobrinhos. A estória era sempre aumentada ou diminuída de acordo com as minhas necessidades, de passar algum fundo moral. A estória sempre falava de amizade, colaboração, respeito, amor, família e etc.
Naquela época, eu não me lembrava de quem era a música e nem quem cantava, mas para as crianças, isso não fazia a menor diferença. Eu aprendi a contar essas estórias com meu pai, que tinha o seu personagem, o “Capitão Lafite” um pirata que viajava os “sete mares” e sempre que aportava o seu navio “Albatroz” trazia as novidades desse mundo encantado. Ainda hoje lembro de algumas peripécias do Capitão Lafite, assim como meu sobrinho mais novo, sempre me pergunta: _Tia lembra quando você me contava a estória da estrelinha? É claro que sempre me lembro, ainda mais agora, que vi minha idéia sendo realizada exatamente como eu a havia concebido, sendo realizada por outra pessoa. O melhor... Ou pior é que a peça foi indicada para cinco categorias do prêmio Zilka Sallaberry; prêmios de Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Texto, Melhor cenário e Melhor Iluminação. Ela parte exatamente da minha idéia acrescida de alguns personagens extras, que não foram criados por mim. Mas todos os que eu criei estão lá, e como se trata de uma adaptação, é lógico que não precisa ser igual.
A grande pergunta, que não sai da minha cabeça, é se esse trabalho foi entregue a outra pessoa experiente, no caso aqui, o escritor e roteirista João Falcão ou se simplesmente tivemos a mesma idéia. E como ele é uma pessoa do meio artístico, teve todas as facilidades para poder produzir.
A ficha técnica do espetáculo não faz nenhuma referência ao nome da professora ou seu marido (que também era diretor de teatro). Mas como já vi de tudo nesse meio, será que meu trabalho foi mostrado a alguém ou minha idéia foi comentada e a partir daí copiada. Será que tudo não passa de mera coincidência.
Em artes o que é uma idéia, e como ela pode ser roubada, e como se torna um plágio?
Todos nós podemos ter uma idéia parecida, e isso que dizer que alguém a roubou de outrem... E quando essa idéia é executada torna-se um roubo... E quando existem inúmeras semelhanças, ela passa a ser um plágio... Não sei, só sei que é muito frustrante, ver sua idéia guardada com tanto carinho, ser descoberta de forma. E agora, se eu resolver produzi-la, quem será o plagiador e quem será o plagiado. É lógico que o texto pode ser modificado, mas sempre será visto como se eu tivesse plagiado o João Falcão, fora que o nome não poderá ser usado, pois a canção já é de domínio público, mas provavelmente, o título da peça já está registrado, e eu teria que pagar os devidos direitos autorais.
Em resumo, por pura ignorância, literalmente, desconhecimento de como funciona esse mercado, e ingenuidade de achar que quando se tem uma idéia, devemos compartilhá-la com pessoas mais experientes...MARQUEI TOUCA!!!
Agora só me resta, morrer de inveja...rsrsrs... E ir assistir o espetáculo para conferir tudinho e criticar. Bem, para me consolar, tem o fato do João Falcão ser um ótimo escritor, o cenário ter ficado maravilhoso, bem melhor que o que eu tinha imaginado, o Sergio Marimba foi genial (meu seria todo pintado, e talvez um tanto medíocre, pois eu tinha que falar sobre pintura de cenário), a música que tanto ouvi meu pai cantar e que me traz boas lembranças, ser novamente divulgada e o mais importante, os valores que eu sempre procurei preservar e passar para minha família estarem sendo passados para a garotada. Nesses tempos de tanta quebra de valores, falta de educação e de ética e de tanta corrupção, acho que passar valores morais para a nova geração é só o que conta. E como minha idéia central era isso, acho que o espetáculo está valendo, afinal não entrei no espaço das artes, e as minhas idéias acabariam na gaveta.
PARABÉNS AO PEQUENO GRÃO DE AREIA E SUA TURMA!
No fundo, no fundo, bem lá no fundinho, a peça não era tão parecida assim...rsrsrs (essas uvas estavam verdes).
Ai...Gente... Acho que esse texto deveria ter outro título... Quem sabe, alguma coisa como “a inveja e suas mazelas...”...
Bem aí vai parte do meu trabalho, e que realmente, ficou muito a desejar, diante do outro.




O PEQUENINO GRÃO DE AREIA
Por Sandra Gomes
Cursos para Técnicos em Espetáculos de Diversões
Teatro Odylo Costa, filho –UERJ- 1998



CENÁRIO – No telão pintado um pôr do sol com as primeiras estrelas começando aparecer. O mar refletindo o sol avermelhado.

RIVA - Pintada a espuma do mar chegando na beira da praia.

TRAINEL – Pintado com pequenos morros de areia.

LUZ – Na linha do horizonte alaranjada e azul no céu intensificando a boca da noite.


1º ator – abaixado em frente a riva vestido como ESPUMINHA do mar, ficando confundido com o cenário.
2º ator – abaixado em frente ao trainel vestido como GRÃOZINHO DE AREIA que também se confunde com o cenário.

Um foco de luz azul na Espuminha, que começa a se levantar, ao som de ondas quebrando na praia. Outro foco no Grãozinho, que também começa a se levantar lentamente, e dançar com a Espuminha, ao som de “Copacabana princesinha do mar”.
Os dois juntos brincam e dançam por algum tempo, então a música pára.
A Espuminha olha para o céu e fala.

_ Grãozinho, olha o céu!

O Grãozinho pára de dançar, olha para o céu e diz:

_ É... Espuminha... A noite vai ser linda!

ESPUMINHA _ Grãozinho, você já viu como o céu se parece com o mar?

GRÃOZINHO _ Veja as nuvens se parecem tanto com você!

ESPUMINHA _ E as estrelas, como brilham... São lindas!

GRÃOZINHO _ Olha! Olha aquela ali! (apontando para o céu). Veja como brilha! Sabe Espuminha, eu gostaria tanto de viajar até o céu...(o Grãozinho se senta e fica olhando para o céu, admirando aquela estrelinha, tão brilhante e delicada).

ESPUMINHA _ Hei! Ficou maluco! Nem com mil vendavais, você chegaria lá! E ainda poderia ir parar no meio do deserto do Saara! (a Espuminha caminha em direção a platéia e fala para o público) _ Coitado do meu amigo Grãozinho, está apaixonado e logo por uma estrelinha! Preciso fazer alguma coisa antes que ele peça ajuda ao maluco do Vendaval. (e sai do palco)

As luzes vão diminuindo até a escuridão total.
Desce um fundo azul escuro (noite) e um foco de luz direcionado para um globo espelhado refletindo pequenas estrelas no fundo escuro. Entra uma luz azul clara, iluminando os atores fazendo uma noite clara e brilhante.
Em cima de um praticável um ator vestido de lua se espreguiça, começa a tocar a música “As pastorinhas”. Entra outro ator vestido de estrela e mais dois de nuvenzinhas, que cantam e dançam juntos com a estrelinha.

LUA – Ah! Fico tão cansada quando o sol se deita tarde, brilhar junto com ele não é nada fácil.

1ª NUVENZINHA _ Que nada! Você até gosta de estar do lado dele!

2ª NUVENZINHA _ É verdade, tanto que fica mais brilhante ainda, nestas noites!

ESTRELINHA _ Eu não; adoro brilhar e ficar olhando lá para baixo. (fala respondendo para a Lua).

LUA _ Lá para baixo?! E o quê existe de tão interessante lá baixo, para se ficar tanto tempo se apreciando? Só tem água, e um pouquinho de terra. (A Lua olha para o público e pergunta) _ Porque será que chamam a Terra de Terra, quase só tem água deveria se chamar de Planeta Água.

ESTRELINHA _ A praia! Ora! (fala com cara de alegria e excitação, responde à Lua).

LUA _ A praia?!

As duas nuvenzinhas, apoiando a Estrelinha.

1ª NUVENZINHA _ É mesmo! O mar se parece muito com o céu!

2ª NUVENZINHA _ Olhem, as espuminhas se parecem muito conosco, nuvenzinha.

1ªNUVENZINHA _ E os grãos de areia parecem pequenas estrelinhas.


ESTRELINHA _ Eu já tinha notado isso há muito tempo, e é por isso que eu fico olhando lá para baixo. (E apontando para baixo) _ Veja aquele Grãozinho bem ali, correndo com as Espuminhas, até parece uma Estrela Cadente quando corre junto com a D. Brisa.

LUA _ A D. Brisa é uma ótima professora de ginástica. (fala com um ar de quem sabe tudo).

1ªNUVENZINHA _ Quem será aquela que vem lá longe, subindo tão apressada?

2ª NUVENZINHA _ É a Espuminha!!! E parece cansada! (fala sorrindo)

LUA _ Tá vendo só! Não sou só eu que fico cansada de trabalhar junto com o sol!

ESTRELINHA _ Meninas! Meninas! Parem com essa bobagem e vamos saber das novidades lá de baixo!

LUA _ Espuminha o que te trouxe aqui com tanta pressa, para te deixar tão cansada? Sua mãe sabe que você anda pegando carona com o Vento?

ESPUMINHA _ É verdade, saí e não avisei a minha mãe, por isso não posso me demorar.

LUA _ Que perigo! Mesmo o Seu Vento sendo um grande amigo da sua família, não se pode sair sem avisar, e se acontece alguma coisa? O Seu Vento nem sempre dirige direito, às vezes ele dirige em alta velocidade. Bem, vamos ao assunto sem mais delongas. O que você veio fazer aqui?

AS DUAS NUVENZINHAS (em coro). _ Fala, fala logo, estamos mortas de curiosidades.

ESPUMINHA _ O meu grande amigo Grãozinho de areia está perdidamente apaixonado pela Estrelinha. E eu vim até aqui para fazer o papel de cupido.

1ªNUVENZINHA _ Que lindo! Que lindo! O amor é lindo!

2ª NUVENZINHA _ A Estrelinha também está apaixonada por ele!

ESTRELINHA _ É verdade? Ele está apaixonado por mim? Ele é uma gracinha... (fala com ar de encabulada e sonhadora).

ESPUMINHA _ É por isso que eu vim conversar com vocês. Ele está tão apaixonado que anda querendo pedir carona para aquele Vendaval arruaceiro, pois Seu Vento não tem forças para carregá-lo, e tentar subir até aqui. O máximo que o Grãozinho vai conseguir é ir parar no meio do deserto do Saara, e ficar perdido por lá.

ESTRELINHA _ Nossa que perigo, eu não gostaria de vê-lo, perdido no meio do deserto por minha causa.

1ª NUVENZINHA _ Já sei! Tive uma grande idéia!...

2ªNUVENZINHA _ Sua alcoviteira! (fala com ar de cumplicidade).

1ª NUVENZINHA _ Sou mesmo, mas você também é.

LUA _ Essas duas não tem jeito, mesmo.

ESTRELINHA – Fala! Fala logo! Qual a sua idéia?
1ª NUVENZINHA _ Se a Espuminha não estiver muito cansada, podemos nos juntar e chamar a chuva para dar uma carona à Estrelinha. E assim nós a levaremos até a praia.

LUA _ Ótima idéia. Assim o céu fica nublado, eu me recolho e vou dormir mais cedo. Desculpe Estrelinha, mas estou mesmo muito cansada, e logo, logo estarei crescente.

As duas nuvens se abraçam com a Estrelinha, dão a mão a Espuminha e sema correndo pelo céu.

LUA _ Ei! Meninas vejam lá o que vão aprontar, a Espuminha não pode se demorar aqui. Ela precisa voltar rápido para a praia, pois sua mãe já deve estar preocupada. (acenando para as amigas) Adeus! Boa Viagem!
Em seguida boceja para a platéia e fala: _ Vou aproveitar para me recolher mais cedo, pois amanhã começo a ficar cheia, e terei muito trabalho.

Apagam-se as luzes. Volta o cenário da praia. Luz amarela no horizonte e azul claro no céu, é o raiar do dia.

O Grãozinho está sentado na beira d’água, olhando para o céu.
Entra a Espuminha, para ao lado do Grãozinho, arquejando de cansada.

ESPUMINHA _ Grãozinho, tenho grandes novidades para você, estive ocupada a madrugada inteira.

GRÃOZINHO _ Fala... Estou ouvindo...

ESPUMINHA _ Nossa, para que tanto enfado, hoje será um lindo dia!

GRÃOZINHO_ É por isso mesmo, pois com tanto sol não poderei enxergar a minha amada até a noite. Eu fico muito triste, só de pensar nisso.

ESPUMINHA _ Não fique triste, meu amigo, seus problemas acabaram.

GRÃOZINHO _ Como acabaram?! Você sabe que meu amor é impossível.

ESPUMINHA _ Pode até ser difícil, mas nada é impossível, quando se têm amigos para ajudar. (diz a Espuminha com um sorriso maroto, e ao mesmo tempo fazendo um ar de mistério). TCHAN,TCHAN,TCHAM!

Entram em cena as Nuvenzinhas trazendo pela mão a Estrelinha.
O Grãozinho se levanta e abraça a Estrelinha.

GRÃOZINHO_ Meu amor como você é linda! E o seu brilho, ilumina até o meu coração! Mas como conseguiu chegar até aqui?

ESTRELINHA _ Com a ajuda das minhas amigas, Nuvenzinhas (fala apontando para elas)

2ªNUVENZINHA _ Não podemos esquecer que a ajuda maior foi da D. Brisa que pediu ao Seu Vento para nos dar uma carona.

GRÃOZINHO _ Muito obrigado minhas amigas, agora sou o grão mais feliz de todas as praias e de todo o fundo do mar.(todos se abraçam)

A 1ª Estrelinha se vira a platéia, e fala com o público.

1ª ESTRELINHA _ E assim eles foram felizes para sempre.
Bem meus amiguinhos, essa foi a estória que eu ouvi de como apareceu a Estrela do Mar.
Neste momento, entram todos os atores no palco e catam a música ”Pequenino Grão de Areia”.


FECHA A CORTINA

segunda-feira, dezembro 04, 2006

Minha Tia(sgomes): Minha Tia

Minha Tia(sgomes): Minha Tia

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sexta-feira, outubro 27, 2006

Turbilhão

TURBILHÃO OU CABEÇA VAZIA


Um dia se acorda com uma vontade de fazer alguma coisa diferente, mas não se sabe exatamente o que... Depois de muito pensar, e nada acontecer, simplesmente se senta ao computador e começa a escrever sobre essa vontade que incomoda, mas vazia de idéias. A idéia é só colocar as palavras no “papel”, virtual é claro, mas nada acontece. Ou melhor, tudo acontece, as idéias agora são muitas. Agora aparece um novo desafio, sobre qual dessas idéias escrever. A primeira idéias é escrever sobre a falta delas, mas como elas aparecem aos montes e desordenadas, é preciso ordená-las, para fazer uma escolha. Que tal escrever sobre esse turbilhão que transforma um cérebro, e ainda a quem diga que a cabeça está vazia.
Alguém pode imaginar uma cabeça vazia. Se uma cabeça estivesse vazia estaria tão espremida como um pacote de café embalado à vácuo ou quem sabe como um de lingüiça, a final o efeito visual deve ser bem mais parecido. Uma cabeça sempre está tão cheia e as coisas aparecem lá dentro com tanta rapidez que não se consegue colocar em ordem todos esses acontecimentos. Quer um exemplo? Agora nesse momento, a minha está a mil!... Quero escrever, mas tenho que ir trabalhar, e como me dei conta do turbilhão? Ora é bem simples, se é que alguma coisa dentro de uma cabeça pode-se usar essa palavra como adjetivo, mas vamos lá... Eu estava com aquele “vazio” na cabeça, sentei no computador, ao mesmo tempo descubro que é preciso parar, pois meus olhos passaram de relance pelo relógio, me informando as horas. No exato momento que meus ouvidos captam o som da televisão, que pela programação, informa o mesmo que o relógio. Consegue perceber o turbilhão? Querer escrever, tomar banho, almoçar, e não sei se fico ou se vou. Decido ficar mais alguns minutinhos, afinal não sou demorado para tomar banho... Sem olhar o relógio, a música de abertura do jornal novamente me informa, que o tempo está se esgotando. A cabeça está virando um “mingau”, logo agora que as idéias estavam se organizando. Bem não tem jeito, ela cede as responsabilidades, afinal essas também estão lá dentro, como tempero desse mingau.
Já ouviu o ditado popular “cabeça vazia oficina do diabo”? É que na dita oficina tudo acontece em alta velocidade, ora se a cabeça está vazia como pode acontecer alguma coisa lá dentro. E o turbilhão continua... Vou trabalhar, pensei que lá estaria seguro, mas que nada o turbilhão sem a menor cerimônia acompanha os passos. No metrô ele fez uma festa. Os olhos pararam focalizando um senhor que cochilava, o turbilhão logo começou a fazer das suas perguntando:
_ “O que será que está acontecendo dentro daquela cabeça?”. Será que está vazia, será que está sonhando, se está com quê?
Mas antes de ouvir suas respostas, os olhos viram para outro lado, e percebem uma criança com o dedo no nariz, e o turbilhão no mesmo minuto exclama:
_ ”Que porcaria!”
Mas como não fica calado, pensa se disseram para a criança não esquecer de limpar o nariz e o ficaram apressando antes de sair, obediente está fazendo o que lhe mandaram.
Chegando no trabalho, o telefone imediatamente toca, e ele atrevido diz:
_ Será que tem olhos nesse aparelho, ou algum dispositivo na cadeira, que ao sentar é acionado fazendo o telefone funcionar?
E um outro departamento do turbilhão responde:
_ Ora não reclama, vai ver que já tocou muitas vezes, afinal você está atrasado.
Do outro lado em algum lugar escapa um pensamento, acho que vou continuar escrevendo e enviar para mim por e-mail...
_ Hei!!! Que diabos é isso! Você era só uma cabeça vazia, agora está se achando o máximo. Pensa até que já pode receber e enviar e-mails? Você está querendo ser ator, para ter um personagem?
Nesse instante ouve-se uma voz que vem lá do fundo, e fala num tom imperativo:
_ Onde vocês pensam que estão, vamos acabar com essa bagunça, que tem aqui muito trabalho a ser feito!
As vozes vão se aquietando, e sussurrando dizem que é melhor começar a trabalhar.
Durante a tarde toda a cabeça está tão cheia, funciona tão quieta que nem pensa. Trabalha fazendo tudo direitinha, de forma bem mecânica, lê os e-mails, imprime fichas, prepara pautas, arquiva papéis.
Estou ficando cansado, e penso que horas devem ser, acho que vou tomar um café e fumar. Quem sabe assim o tempo passa mais rápido, e chegue logo a hora de ir para casa. Posso deixar para arquivar esses papéis amanhã, é só chegar um pouquinho mais cedo, e recuperar o atraso de hoje.
Nesse instante, surge uma vozinha estranha, e sutilmente pergunta:
_ “Como se escreve vozinha, assim fica parecendo diminutivo de avó”.
_Mas eu não estou escrevendo, só estou pensando!
E a vozinha, pergunta de novo, num tom mais atrevido:
_ “Tem certeza que é você mesmo, ou será que sou eu o Turbilhão?”.
Começo a ficar preocupado. Acho que se começa a enlouquecer assim. Isso está me parecendo com o “Mundo de Sofia” às avessas.
O Turbilhão volta com todo o seu atrevimento e responde:
_ Ora e o quê, que você tem com isso, se sua cabeça está vazia?
E não me dando tempo de responder, vai logo dizendo que daqui para frente tem que ser escrito com inicial maiúscula. E argumenta cheio de prepotência, se existo, penso, tenho um nome, então tem que ser escrito com letra maiúscula. E eu, com minha cabeça vazia, acabo ficando sem resposta, disfarço penso que é melhor voltar para o trabalho, pois tenho muito em que pensar. Mas o atrevido tem sempre que dar a última palavra e pergunta: _ “tem certeza que sua cabeça está vazia agora, ou será que está vazia quando você está trabalhando? Quando você está trabalhando quem será que está atuando você ou eu?!” Atordoado com tanto vazio na minha pobre cabeça, volto para minha mesa e tento trabalhar, pois sou uma pessoa responsável, e costumo cumprir com meus compromissos.
_Ah! Você é que pensa, esqueceu que a responsabilidade faz parte do meu tempero? Que sou que te digo, se você será ou não responsável?
E eu pergunto assustado: _ E quando é que eu penso por mim mesmo?...

Turbilhão

TURBILHÃO OU CABEÇA VAZIA


Um dia se acorda com uma vontade de fazer alguma coisa diferente, mas não se sabe exatamente o que... Depois de muito pensar, e nada acontecer, simplesmente se senta ao computador e começa a escrever sobre essa vontade que incomoda, mas vazia de idéias. A idéia é só colocar as palavras no “papel”, virtual é claro, mas nada acontece. Ou melhor, tudo acontece, as idéias agora são muitas. Agora aparece um novo desafio, sobre qual dessas idéias escrever. A primeira idéias é escrever sobre a falta delas, mas como elas aparecem aos montes e desordenadas, é preciso ordená-las, para fazer uma escolha. Que tal escrever sobre esse turbilhão que transforma um cérebro, e ainda a quem diga que a cabeça está vazia.
Alguém pode imaginar uma cabeça vazia. Se uma cabeça estivesse vazia estaria tão espremida como um pacote de café embalado à vácuo ou quem sabe como um de lingüiça, a final o efeito visual deve ser bem mais parecido. Uma cabeça sempre está tão cheia e as coisas aparecem lá dentro com tanta rapidez que não se consegue colocar em ordem todos esses acontecimentos. Quer um exemplo? Agora nesse momento, a minha está a mil!... Quero escrever, mas tenho que ir trabalhar, e como me dei conta do turbilhão? Ora é bem simples, se é que alguma coisa dentro de uma cabeça pode-se usar essa palavra como adjetivo, mas vamos lá... Eu estava com aquele “vazio” na cabeça, sentei no computador, ao mesmo tempo descubro que é preciso parar, pois meus olhos passaram de relance pelo relógio, me informando as horas. No exato momento que meus ouvidos captam o som da televisão, que pela programação, informa o mesmo que o relógio. Consegue perceber o turbilhão? Querer escrever, tomar banho, almoçar, e não sei se fico ou se vou. Decido ficar mais alguns minutinhos, afinal não sou demorado para tomar banho... Sem olhar o relógio, a música de abertura do jornal novamente me informa, que o tempo está se esgotando. A cabeça está virando um “mingau”, logo agora que as idéias estavam se organizando. Bem não tem jeito, ela cede as responsabilidades, afinal essas também estão lá dentro, como tempero desse mingau.
Já ouviu o ditado popular “cabeça vazia oficina do diabo”? É que na dita oficina tudo acontece em alta velocidade, ora se a cabeça está vazia como pode acontecer alguma coisa lá dentro. E o turbilhão continua... Vou trabalhar, pensei que lá estaria seguro, mas que nada o turbilhão sem a menor cerimônia acompanha os passos. No metrô ele fez uma festa. Os olhos pararam focalizando um senhor que cochilava, o turbilhão logo começou a fazer das suas perguntando:
_ “O que será que está acontecendo dentro daquela cabeça?”. Será que está vazia, será que está sonhando, se está com quê?
Mas antes de ouvir suas respostas, os olhos viram para outro lado, e percebem uma criança com o dedo no nariz, e o turbilhão no mesmo minuto exclama:
_ ”Que porcaria!”
Mas como não fica calado, pensa se disseram para a criança não esquecer de limpar o nariz e o ficaram apressando antes de sair, obediente está fazendo o que lhe mandaram.
Chegando no trabalho, o telefone imediatamente toca, e ele atrevido diz:
_ Será que tem olhos nesse aparelho, ou algum dispositivo na cadeira, que ao sentar é acionado fazendo o telefone funcionar?
E um outro departamento do turbilhão responde:
_ Ora não reclama, vai ver que já tocou muitas vezes, afinal você está atrasado.
Do outro lado em algum lugar escapa um pensamento, acho que vou continuar escrevendo e enviar para mim por e-mail...
_ Hei!!! Que diabos é isso! Você era só uma cabeça vazia, agora está se achando o máximo. Pensa até que já pode receber e enviar e-mails? Você está querendo ser ator, para ter um personagem?
Nesse instante ouve-se uma voz que vem lá do fundo, e fala num tom imperativo:
_ Onde vocês pensam que estão, vamos acabar com essa bagunça, que tem aqui muito trabalho a ser feito!
As vozes vão se aquietando, e sussurrando dizem que é melhor começar a trabalhar.
Durante a tarde toda a cabeça está tão cheia, funciona tão quieta que nem pensa. Trabalha fazendo tudo direitinha, de forma bem mecânica, lê os e-mails, imprime fichas, prepara pautas, arquiva papéis.
Estou ficando cansado, e penso que horas devem ser, acho que vou tomar um café e fumar. Quem sabe assim o tempo passa mais rápido, e chegue logo a hora de ir para casa. Posso deixar para arquivar esses papéis amanhã, é só chegar um pouquinho mais cedo, e recuperar o atraso de hoje.
Nesse instante, surge uma vozinha estranha, e sutilmente pergunta:
_ “Como se escreve vozinha, assim fica parecendo diminutivo de avó”.
_Mas eu não estou escrevendo, só estou pensando!
E a vozinha, pergunta de novo, num tom mais atrevido:
_ “Tem certeza que é você mesmo, ou será que sou eu o Turbilhão?”.
Começo a ficar preocupado. Acho que se começa a enlouquecer assim. Isso está me parecendo com o “Mundo de Sofia” às avessas.
O Turbilhão volta com todo o seu atrevimento e responde:
_ Ora e o quê, que você tem com isso, se sua cabeça está vazia?
E não me dando tempo de responder, vai logo dizendo que daqui para frente tem que ser escrito com inicial maiúscula. E argumenta cheio de prepotência, se existo, penso, tenho um nome, então tem que ser escrito com letra maiúscula. E eu, com minha cabeça vazia, acabo ficando sem resposta, disfarço penso que é melhor voltar para o trabalho, pois tenho muito em que pensar. Mas o atrevido tem sempre que dar a última palavra e pergunta: _ “tem certeza que sua cabeça está vazia agora, ou será que está vazia quando você está trabalhando? Quando você está trabalhando quem será que está atuando você ou eu?!” Atordoado com tanto vazio na minha pobre cabeça, volto para minha mesa e tento trabalhar, pois sou uma pessoa responsável, e costumo cumprir com meus compromissos.
_Ah! Você é que pensa, esqueceu que a responsabilidade faz parte do meu tempero? Que sou que te digo, se você será ou não responsável?
E eu pergunto assustado: _ E quando é que eu penso por mim mesmo?...

quinta-feira, setembro 07, 2006

Cuidado com as marcas de molho de tomate que você está comprando

Subject: Molhos de tomate que oferecem perigo à saúdeA Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - Pro Teste - analisou 30 marcas de molhos de tomate industrializados. Dessas, apenas oito são recomendadas ao consumo pela Pro Teste. Dos enlatados, o Jurema Salsatelli foi apontado como o melhor do teste. Já o Cêpera foi classificado como a escolha certa, que significa melhor relação custo x benefício.. Os outros cinco avaliados positivamente foram: Knorr-Cica Pomarola, Sendas, Great Value Luppini Pronto e Fugini. Entre os molhos de caixinha, somente um é recomendado: Knorr-Cica Pomarola, considerado como a escolha certa e o melhor do teste.Durante o teste, foram encontrados pêlos de roedores em duas marcas: Tomatino - em lata - e Arisco Tarantella - em caixa.

Em 16 molhos foram encontrados fragmentos de insetos e larvas e, em alguns casos, o bicho foi encontrado inteiro. São eles: Big, Carrefour, Cirio, Etti Salsareti, Mais por Menos, Olé, Peixe Tomatelli, Tomatento, Predilecta - todos em lata -,Etti Salsaretti, Olé, Palmeiron, Parmalat, Peixe Tomatelli, Quero e Tomatino - em caixa.Além disso, foi realizada uma avaliação para determinar possíveis contaminações que o produto pode sofrer. As marcas foram submetidas a temperaturas ideais para o desenvolvimento de microorganismos. Cinco delas produziram gás e estufaram: Comprebem, Extra, Predilecta, Quero Marinara e Tradelli.Ao final, foi concluído que sete produtos oferecem risco à saúde por terem propensão à deterioração. São eles: Comprebem, Extra, Quero Marinara,Predilecta, Tradelli e Tomatino - todos em lata - e Arisco Tarantella - em caixinha. Todos estes foram eliminados do teste. A Pro Teste já entrou com ações nos Fóruns Central e do Jabaquara, em São Paulo, pedindo para tirar de circulação os produtos reprovados. O intuito é que haja a busca e a apreensão desses molhos de tomate nos supermercados da Companhia Brasileira de Distribuição (Extra e Pão de Açúcar), Carrefour e Wal-Mart (Big), conforme solicitado nas ações.Soraia Abreu PedrozoDa equipe do DiárioNetPublicada em: 5/7/2006 http://diarionet.terra.com.br/consumidorsub.action.aspx?idPageItem=8959

domingo, agosto 20, 2006

Eu e minhas amigas

2 a mesma

Barbaridade como isso é chato, estou ficando irritada! Que droga! Isso acaba com a paciencia de qualquer um!!!!

Minha Tia 2 a mesma minhatia


Sacrfício

Isso aqui é realmente sacrificante, tira qualquer um do sério, já criei vários blogs, aparece a informação que foi criado com sucesso, mas na hora de acessar... Nada.
Quero alterar algumas coisa nesse blog, e não consigo encontrar a página para fazer as devidas alterações. Que droga!!!!!

domingo, junho 11, 2006

sábado, março 11, 2006

Sou a mesma...


sou a mesma minhatia , só que com dificuldades de acessar os blogs pois sempre dá erro ou de senha ou de nome de usuário.

Foto do Natal 2005http://minhatia.blogspot.com/2006/02/nossa-como-eu-estou-horrorosa-nessa.html#links">Minha Tia

Minha Tia'>http://Minha Tia

esta foto foi no Natal, espero que na Páscoa tenha novas e mais bonitas fotos para colocar.

quinta-feira, março 09, 2006

Minha Tia: Minha Tia: Minha Tia

Minha Tia: Minha Tia: Minha Tia

Minha Tia: Minha Tia: Minha Tia

Minha Tia: Minha Tia: Minha Tia

Minha Tia: Tia Sandra a maior e melhor tia do mundo http://spaces.msn.com/members/SuaminhaTia/PersonalSpace.aspx?_c01_blogpart=myspace&_c02_owner=1&_c=blogpart

Minha Tia: Minha Tia: Minha Tia

Minha Tia: Minha Tia: Minha Tia
http://minhatia2amesmaminhatia.blogspot.com/
http://minhatia2amesmaminhatia.blogspot.com/
align="center" style="margin-top: 0; margin-bottom: 0Publipt - Publicidade na Internet'>http://www.publipt.com/pages/index.php?refid=sandragomes">Publipt -">Publipt'>http://www.publipt.com/pages/index.php?refid=sandragomes">Publipt -

Minha Tia: Minha Tia: Minha Tia

Minha Tia: Minha Tia: Minha Tia
http://minhatia.blogspot.com/2005/12/cotas-nas-universidades.html

Minha Tia: Cotas nas Universidades

Minha Tia: Cotas nas Universidades

Minha Tia: Minha Tia: Tia Sandra a maior e melhor tia do mundo

Minha Tia: Minha Tia: Tia Sandra a maior e melhor tia do mundo
Minhatia 2 a mesma minhatia

Minha Tia

Ai meu Deus Isso tá ficando dificil!